Salt(e)adores de Histórias

Os salteadores trazem uma bagagem cheia de histórias. Com alegria, cosem-nas umas nas outras, juntam-lhes uma pitada de música, poesia e dança, e transformam tudo num espetáculo que é uma espécie de salada de frutas divertida, colorida e vivaça.

Os Salteadores convidam os mais novos e as suas famílias a vir assistir às suas histórias que levam cerca de 45minutos a ser contadas, e que são pensadas para maiores de 6 anos.

A totalidade das receitas de bilheteira reverte a favor de crianças curdas desfavorecidas e recentemente desalojadas por forças turcas, através da Youth and Change Association, associação curda parceira do AL Teatro. 


O Patinho Feio?!

O Patinho Feio?

  • Estreia 25-03-2006 - Tavira

Esta é uma proposta no âmbito do teatro para a infância a ser desenvolvido junto das crianças que frequentam o jardim-de-infância e o 1ºCiclo.

Esta proposta surge do desejo que temos há muito de conceber um espectáculo para a infância, fazendo-o chegar a este público através de uma articulação com as escolas, certos do contributo do teatro enquanto expressão artística a educativa para o desenvolvimento destas crianças.

O Patinho Feio? - Primeira produção de teatro para a infância do AL-MaSRAH, é um espectáculo com uma forte componente interactiva, cujo principal objectivo consiste em estimular a responsabilidade criativa por parte das crianças envolvidas. Um projecto pensado para proporcionar uma primeira abordagem ao teatro, destinado a crianças dos 4 aos 10 anos de idade, que conjuga marionetas e actores de carne e osso, numa constante interactividade com o público que é, de certa forma, convidado a participar numa nova versão de uma história que pertence ao imaginário de todos.

Pensamos que este tipo de espectáculo poderá, de uma forma divertida e lúdica, funcionar como um espaço aberto à criatividade e à imaginação das crianças, iniciando-as na apreciação da arte dramática e procurando desenvolver nestas o espírito de tolerância e cooperação, bem como transmitir-lhes valores tão nobres como a amizade e o respeito pela diferença.

A narradora Patolas será a cicerone que dá as boas vindas ao pequeno público, deixando-o acomodado e devidamente apresentado. Começa por introduzir a história do Patinho Feio colocando questões às crianças, que irão desde logo ajudar a contar esta especialíssima versão de um patinho que afinal não era feio, ou melhor, não se tratava bem de um patinho…

Para ajudar a Patolas e as crianças a ilustrar a história, aparecem em cena as personagens intervenientes: marionetas do tamanho de homens e actores do tamanho de marionetas.

Este espectáculo já foi visto por cerca de 1250 crianças nos concelhos de Tavira, Faro e Portimão.

 

FICHA TÉCNICA

Título: O Patinho Feio?

Adaptação livre do conto homónimo de Hans Christian Andersen

Encenação: Verónica Guerreiro

Concepção de Cenário e Marionetas: Colectivo

Interpretação: Aline Catarino, Fernando Cabral, Patrícia Vito, Susana Nunes, Verónica Guerreiro

Sonoplastia: Susana Nunes

Operação Técnica: Pedro Ramos

Imagem: Verónica Guerreiro

Produção: AL-MaSRAH Teatro

 

Público-alvo: Crianças dos 4 anos aos 10 anos

Duração: 35 minutos aprox.

Eu hei-de crescer e, depois, tu vais ver!

EU HEI-DE CRESCER E DEPOIS TU VAIS VER!

  • Estreia 27 Marco -Teatro de Vila Real (Festival 27)

Sinopse

É tão irritante estar sempre a ouvir dizer que somos muito pequenos e que ainda temos muito que crescer, não achas? Não sentes, às vezes, que os grandes não te levam muito a sério, só por seres mais pequeno?...

No nosso conto, o herói é pequeno e franzino, mas tem coração, sorte, bons amigos e um sonho: ser rei e mostrar ao irmão mais velho que, apesar de fraquito e pequeno, ele é capaz de vencer!

Pegámos num conto tradicional magrinho, pálido e esquecido, e demos-lhe de comer e beber. Acarinhámo-lo e vimo-lo ganhar corpo e cor nas nossas mãos. Este conto fala de pequenos e grandes, de injustiças e conquistas, de dores e alegrias – fala, enfim, da aventura que é crescer, num espectáculo que brinca, do princípio ao fim, com a narração oral e a improvisação teatral.

Ficha técnica

Criação coletiva

Texto: a partir de um conto tradicional («Os dois príncipes», in Contos Populares Alentejanos, de António Thomaz Pires)

Encenação: Patrícia Amaral

Intérpretes: Bruno Martins, Cátia Agria, Pedro Carvalho

Duração: 55 min.

Faixa Etária: M/6

Como Nasceram as Estrelas

Como Nasceram as Estrelas

Num tempo em que não existiam as estrelas, o encontro e o contacto entre várias pessoas que tinham medo umas das outras, fez com que, juntos, resolvessem um grande problema: acabar com a escuridão no céu noturno na lua nova, criando as estrelas. Com uma linguagem simples, mas poética, falamos de respeito pela diferença, aceitação de outros hábitos e culturas, tolerância e compreensão pelo outro, bem como, de noções de astronomia, biologia, e outras ciências, passando por mitos e lendas e pela superação do medo, proporcionando um espetáculo que estimula ativa e positivamente as crianças, e os adultos, tanto no campo sensorial e emocional, como no campo racional, explorando sentimentos e emoções muito variadas e por vezes antagónicas.

 

Encenação | Pedro Ramos Interpretação / Manipulação | Clara Dias, Miguel de Riba Luz e Vídeo | Erol Ileri Llordella Marionetas | Clara Dias 

Produção | Alteatro M / 6 anos 45 minutos aprox.