1° A curva

A Curva

Estreámos A Curva de Tankred Dorst em Janeiro de 2005 no Espaço da Corredoura Tavira.

Sinopse

Dois irmãos vivem perto duma curva de estrada. Rodolfo concerta os carros acidentados e António escreve ofícios ao Director Geral das Estradas, pedindo que façam obras e tornem a curva segura. Os acidentes sucedem-se. Um dia ouve-se um enorme estrondo, mas desta vez o acidentado é o próprio Director Geral...

A produção de A Curva de Tankred Dorst visa promover a divulgação e o conhecimento da obra de Tankred Dorst, consagrado escritor contemporâneo Alemão. A interpretação desta obra leva-nos à exposição da resistência à mudança de hábitos, à burocracia das instituições, ao individualismo e ao seu consequente afastamento entre os homens e à banalização da sinistralidade das estradas. Mas sobretudo destaca-se pela descrição das relações humanas.

Pretendemos conceber um trabalho cuja natureza permita diferentes níveis de leitura, mediante uma aproximação e abordagem da temática do texto numa perspectiva de contextualização de uma problemática actual e comum a todos, de forma a abranger uma maior diversidade de público.

Ficha Técnica:

Autor: Tankred Dorst

Tradução: Elsa Pereira

Encenação: Isolda Ruiz Barrios

Consultor Estético e Dramatúrgico: José Louro

Cenografia: Cristina Lucas

Música: Fernando da Ponte

Interpretação: Francisco Campos, Pedro Ramos, Rui Cabrita

Operação Técnica: Susana Nunes

Imagem: Verónica Guerreiro

Produção: Adelaide Fonseca, Pedro Ramos, Susana Nunes

Gestão: Carlos Rodrigues

 

Classificação Etária: M/ 12

Duração: 1h 15m


17° “Tráfico” Uma tragédia obscena

“Tráfico” - Uma tragédia obscena- Uma mulher obscura, Medeia, dirige um Hotel singular. No Hotel Balneário Olimpo oferecem-se curas de stress a traficantes necessitados de descanso e repouso. Na realidade, o negócio esconde um propósito mais maquiavélico do que a satisfação das necessidades terapêuticas do crime organizado: a vingança, traçada com paixão pela protagonista, contra aqueles que a traíram. Num mundo corrompido pelo poder e pelo dinheiro, traficantes de toda a espécie pululam entre nós. De todo o tipo, de todas as coisas, de muita gente. Com o pano de fundo da crise e da deriva do capitalismo, “Tráfico” serve-se do humor negro para uma leitura satírica da atualidade mundial (a que Portugal não é alheio), tomando por referência irónica a “Medeia”, de “Eurípedes”. Uma comédia trágica, crua e obscena, onde o sangue flui sem contenção.

“Tráfico” Coprodução AL Teatro e Baal17

Texto _ Carlos Santiago Encenação e dramaturgia _ Chiqui Pereira Interpretação_ Ana Bárbara Soares, Filipe Gonçalves, Filipe Seixas, Pedro Ramos e Rui Ramos Cenografia e figurinos _ Bruno Guerra Desenho de Luz _ Nuno Borda d’Água Música _ Tango Paris Fotografia _ Baal 17, José Ferrolho e Rui Cambraia Design gráfico _ Ana Rodrigues/Workhouse Vídeo _ VídeoPlanos - Produções Audiovisuais Direção de produção _ Sandra Serra Gestão _ Rui Ramos e Pedro Ramos Produção executiva_ Hugo Fernandes Construção de cenário _ Ana Rodrigues e Ivan Castro Classificação _ M / 16 anos Duração _ 90 minutos

TRÁFICO_ Teaser 2 from Baal 17 on Vimeo.

7° Carne P’ra Cargueiro

CARNE P’RA CARGUEIRO

 

Estreia 7 julho de 2007 Convento do Carmo – Festival Cenas na Rua Tavira

“Uma excelente interpretação de sete actores para despertar mais uma reflexão sobre o drama do abuso e da prostituição (…)”

Jornal do Algarve 12 Julho 07

Cinco Prostitutas embarcam numa viagem sem retorno…

Carne p´ra Cargueiro é um espetáculo de Dança / Teatro inspirado numa história verídica, que aconteceu em 1995 no Brasil. Várias prostitutas brasileiras são contratadas para passar três noites num navio romeno, ancorado no Nordeste do Brasil, mas acabam por ser raptadas e seguem viagem no cargueiro onde permanecem cativas durante 28 dias.

Esta viagem está repleta de amores, desafetos, violações, violências e outras situações trágicas. A aventura tem o seu fim quando as raparigas são abandonadas no Sul do Brasil.

A partir daí elas terão de enfrentar a nova realidade das suas vidas.

Carne p´ra Cargueiro

Criação Colectiva

Direcção: Rita Alves

Interpretação: Aline Catarino, Nuno Faísca, Patrícia Vito, Pedro Ramos, Sónia Botelho, Susana Nunes, Verónica Guerreiro

Duração ?

M/16

2° Teatro Informal

Teatro Informal

  • Estreia Abril 2005, Corredora Tavira

Sinopse

Este é um projeto que resultará num espetáculo variado e pluridisciplinar. A sua criação e conceção centram-se na pesquisa de diferentes linguagens artísticas. Recorrendo ao teatro, à música, à dança, ao canto, à máscara e ao vídeo, serão abordados excertos de textos da História do Teatro Ocidental, partindo de Sófocles e passando por Gil Vicente, Shakespeare, Tchekov, Ionesco, entre outros.

Acreditamos no potencial destes textos e na sua possibilidade de originar formas incessantemente renovadas. Tratando-se de excertos, numa sucessão de cenas, não há limites às formas possíveis de abordagem e descontextualização, num verdadeiro desafio à criatividade.

Assim, a forma que o espetáculo adquire é, naturalmente, função de todos os elementos presentes no momento da sua criação e apresentação: o lugar, o contexto social, político, o clima, o pensamento das pessoas.

Criaremos um ambiente informal, desprovido de apetrechos cénicos ou outros, que permitam ao espetador referenciar à partida qual o ambiente para onde o remeterá o espetáculo, procurando, a partir de elementos muito concretos, produzir com o público uma relação ativa, rica e interpeladora.

Queremos possibilitar o surgimento de uma experiência nova, criando ambientes de tragédia, drama, comédia, que culminam de uma forma surpreendente para o espetador, eliminando barreiras entre palco / plateia, transportando-o do público para o lugar do ator.

Os objetivos deste projeto passam assim por estudar e aprofundar as metodologias relativas às artes dramáticas e a procura de novas linguagens performativas, criando um espetáculo centrado na pesquisa de ideias e conceitos que interpelem ativamente o público, estética e socialmente.

Pretendemos desta forma subverter a estrutura de funcionamento convencional de um espetáculo, na tentativa de encontrar uma nova forma de espetáculo em que as componentes plástica, literária, coreográfica e de representação sejam equivalentes e interativas.

 

Ficha Técnica:

 

Autores: Vários

Encenação: Pedro Ramos

Consultor Estético e Dramatúrgico: José Louro

Cenografia: Coletivo

Preparação Corporal: Rita Alves

Interpretação e Operação Técnica: Alice Martins, Susana Nunes, Verónica Guerreiro, Hugo Sancho, Pedro Ramos e Rui Cabrita.

Imagem: Verónica Guerreiro

Produção: Adelaide Fonseca, Susana Nunes

Gestão: Carlos Rodrigues

 

Classificação Etária: M/ 10

Duração: 1h 15m