9° Shadow Play

w Play

25 Setembro no Cineteatro Curvo Semedo - Montemor-o-Novo

 

Sinopse

Um álbum de fotografias de família coberto de pó.

Quatro sombras procurando as suas personagens.

Um jogo sem sentido, repetido infinitamente.

Comédia negra, dark, decadente, habitada por mortos e almas.

 

Shadow Playé um texto original, escrito a partir de improvisações (devising) e de memórias individuais dos atores, baseado num trabalho de pesquisa sobre pessoas às portas da morte, sobre a velhice, sobre o silêncio. Criou-se uma família virtual, selecionando objetos íntimos cheios de densidades afetivas, e um álbum de recordações que, de forma sensorial, inspira todo o este universo.

Shadow Playevoca um processo criativo em que se trabalharam duas peças alternadamente. Objetivo: criar dois mundos que se entrelaçam e se articulam num único espetáculo. Um, o dominante, sobre a família de D. Eduarda, com as suas personagens e os seus tempos; o outro, baseado num jogo de mentira, o jogo sombra.

Ficha técnica

Coprodução Projecto Ruínas, AL-MaSRAH Teatro, O Espaço do Tempo, Câmara Municipal de Montemor-o-Novo

Encenação Francisco Campos

Texto e Interpretação Maila Dimas, Susana Nunes, Carlos Marques e Francisco Campos

Cenografia Sara M. Graça Figurinos Andreia Rocha

Desenho Luz Nuno Patinho Operação Técnica Tiago Néo

Design Gráfico Miguel Rocha

70 min

M/ 16

 


10° IN Teatro

IN Teatro

Estreia 4 Junho 2009 no Convento do Carmo – Tavira 13ª produção AL-MaSRAH Teatro

IN. Ser IN.

IN Teatro. Do Teatro. No teatro. Dentro do Teatro.

Um conceito de teatro IN, para virar algumas cabeças feitas e seduzir os públicos. Este espetáculo baseia-se na nossa convicção de que o teatro, dentro da sua imensa diversidade de possibilidades, não tem de ser nem pode nunca ser uma seca para ninguém. É tudo uma questão de abordagem e de atitude. Uma atitude essencialmente INformal, provocadora e reveladora. Queremos criar encontros estimulantes e íntimos com o público, refletindo sobre o que nos rodeia, baseando algumas cenas em textos que atravessam a história do Teatro Ocidental, dando a provar um pouco da universalidade e contemporaneidade dessas referências intemporais.

Misturamos, entre outros, tragédia, sátira, comédia, absurdo, realismo, dança, canto, máscara, mímica, marioneta, luz, som e vídeo. Explorando-os, sem pudores, para dar a conhecer uma multiplicidade de linguagens teatrais. Subvertendo a estrutura convencional de um espetáculo, criando uma outra relação entre espetador e ator, queremos possibilitar o surgimento de uma experiência nova, para nós e para o público que se queira deixar surpreender…

Criação Colectiva com algumas cenas livremente inspiradas em excertos de obras de Pirandello, Almeida Garrett, Beckett, Mouza Pavlova, Ésquilo, Goldoni e Karl Valentim

Encenação Pedro Ramos

Corpo e Movimento Rita Alves

Interpretação Bruno Martins, Cátia Agria, Patrícia Amaral, Pedro Carvalho, Susana Nunes

Luz e Som Valter Alves

Vídeo e Fotografia Sandra Santos

Dramaturgia, Adereços, Figurinos Colectivo

Apoio à Produção Tela Leão

Piano Luís Conceição

Guitarra Portuguesa José Alegre

Cartaz Miguel Cruz

Desenhos Genérico Gaya

Materiais de Divulgação Verónica Guerreiro

Agradecimentos

ACTA, Adriana Nogueira, BAAL 17, Casa da cultura de Loulé, Emília Amaral, Guiomar Figueiredo, Hernâni Nascimento, José Louro, Miguel Durão, Pêpê Smith, RUA fm, Sin-Cera, Sophia Cunha, Susana Teixeira, Tomás Vasco

80 min.

M/12

11° Minim.mal Show

MINIMAL SHOW

  • Estreia julho 2010 Convento do Carmo – Tavira

Cinco ilhas. Cinco vidas. Vidas que se cruzam ao de leve – ou nem tanto. O silêncio explosivo entre aquilo que se diz e faz e aquilo que se gostaria de dizer e fazer, em espaços sempre vazios, onde cada personagem e cada objeto adquirem a dimensão simbólica que lhe queiramos dar. Vidas que só se assumem na exposição, no voyerismo recíproco que cada personagem partilha com o espetador. Vidas numa balança que se pisa com cuidado, onde se brinca ao toca-e-foge, porque um abraço pode ser muito perigoso e a intimidade é sempre desastrada. Mas sorrimos… E somos muito simpáticos! Sempre! Sim, cinco ilhas em cena. Seis com a outra.

O MINIM.MAL SHOW de Sergi Belbel e Miquel Górriz, é a 15ª produção do AL-MaSRAH Teatro. É um texto que explora a teatralidade no que esta tem de mais significativo: a capacidade de mexer com os sentidos e com a inteligência do espetador. É um teatro que cumpre a sua função de divertir e provocar reflexão. Trata da solidão urbana, da dificuldade de comunicação entre as pessoas, do individualismo excessivo, da angústia e de desenlaces inesperados, com interessantes doses de humor, erotismo e absurdo. Um espetáculo que apresenta a vida humana como um risco constante, um equilíbrio delicado, cujos rumos podem ser definidos por uma acção inocente, audaciosa ou inusitada. Um simples aceno pode desencadear uma catástrofe. Um mero instante pode definir um universo.

FICHA TÉCNICA

Autoria: Sergi Belbel e Miquel Górriz

Encenação: Bruno Martins

Interpretação: Bruno Martins, Clara Dias, Patrícia Amaral, Pedro Ramos, Sónia Correia.

Luz, Som e Operação Técnica: Valter Alves

Hairstyling: Victor Picardo

Preparação Vocal (canto lírico): Francisco Brazão

Produção: Susana Nunes | AL-MaSRAH Teatro

Duração 60 minutos

Classificação M / 16

12° As Leis da Estupidez Humana

As Leis Fundamentais da Estupidez Humana

A estreia a 16 de Julho 2011 no convento do Carmo, em Tavira. Foi integrado no festival Cenas na Rua 2011, e foi também apresentado em Festivais de Teatro e em cidades tais como Serpa, Penela, Maia, Vila Real e Sintra.

Texto A partir do ensaio LE LEGGI FONDAMENTALI DELAA STUPIDITÀ UMANA de Carlo Maria Cipolla

Sinopse

As Leis Fundamentais da Estupidez Humana Porque razão um estúpido é mais perigoso que um bandido?... A nossa vida é pontuada por acontecimentos em que incorremos em perdas de dinheiro, tempo, energia, apetite, tranquilidade e bom humor por causa das improváveis ações de alguma absurda criatura que, nos momentos mais impensáveis e inconvenientes, nos provoca prejuízos, frustrações e dificuldades, sem ter absolutamente nada a ganhar com o que fez. Ninguém sabe, percebe ou pode explicar porque é que essa absurda criatura faz o que faz. De facto, não há explicação, ou melhor, há uma única explicação: a pessoa em questão é estúpida.

Esta adaptação do ensaio do economista italiano Carlo M. Cipolla, As leis fundamentais da estupidez humana, para teatro, não será fruto de cinismo, nem um exercício de derrotismo social. Os momentos que se seguem são, antes, o resultado de um esforço construtivo para investigar, conhecer e, se possível, neutralizar um grupo de indivíduos, não organizado, muito mais poderoso que a Máfia ou o Complexo Militar Industrial, veículo de uma das mais poderosas e obscuras forças que impedem o crescimento do bem-estar e da felicidade: a Estupidez Humana.

Ficha Técnica

Dramaturgia e Encenação Coletiva

Intérpretes Bruno Martins e Pedro Ramos

Luz, Som e Operação Técnica Valter Alves

Cenário e Adereços Coletivo

Ilustração Chandrani Fernandes Vídeo Vasco Lobo Hairstayling Victor Picardo

Produção Pedro Nascimento

Duração 50 minutos

Classificação M / 12

 

Link para vídeos:

 

As Leis da Estupidez Humana, 1 from AL Teatro on YOUTUBE.

As Leis da Estupidez Humana,2 from AL Teatro on YOUTUBE.